ECONOMIA – Em 2024, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) firmaram parceria para acompanhamento dos preços da cesta básica de alimentos, como contribuição à Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional e à Política Nacional de Abastecimento Alimentar. Um dos frutos da parceria é a ampliação da coleta de preços de alimentos básicos de 17 para 27 capitais brasileiras. Os resultados da Pesquisa nas 27 capitais começaram a ser divulgados em agosto de 2025.
O valor do conjunto dos alimentos básicos subiu nas 27 capitais onde o DIEESE, em parceria com a Conab, realiza mensalmente a Pesquisa Nacional
da Cesta Básica de Alimentos. Entre fevereiro e março, as principais elevações ocorreram em Manaus (7,42%), Salvador (7,15%), Recife (6,97%),
Maceió (6,76%), Belo Horizonte (6,44%), Aracaju (6,32%), Natal (5,99%), Cuiabá (5,62%), João Pessoa (5,53%) e Fortaleza (5,04%).
João Pessoa
Em março de 2026, o preço da cesta básica de João Pessoa apresentou alta de 5,53% em relação a fevereiro. O custo foi de R$ 652,95. Na comparação
com março de 2025, o valor aumentou 4,16% e, nos três primeiros meses de 2026, 9,25%.
Entre fevereiro e março de 2026, sete dos 12 produtos que compõem a cesta básica tiveram aumento nos preços médios: tomate (40,52%), feijão carioca (9,93%), arroz agulhinha (2,93%), carne bovina de primeira (1,54%), farinha de mandioca (1,34%), manteiga (1,02%) e açúcar cristal (0,83%). Os outros cinco itens apresentaram queda de preço: café em pó (-1,85%), óleo de soja (-1,60%), pão francês (-0,82%), leite integral (-0,63%) e banana (-0,57%).
Em março de 2026, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria ter sido de R$ 7.425,99 ou 4,58 vezes o mínimo reajustado em R$ 1.621,00.














